
Na vida
ser "plural"
é ter alma.
Desprezar o singular “eu”
recriando sabedoria
em todas as estações
“nós”
harmonia pro coração.
Luz é singular
sombra é plural...
E a vida
é sentir a pluralidade
da singular humildade.
Sentir é ser.
Ouvir é ter.
Amar é viver. Sem ver... Confiar.
9 comentários:
Olá, Ana Lúcia, amada amiga!
Adorei isto!
Sou tão plural...No sentido de somar esforços e multiplicar recursos. Aindo continuo plural dividindo responsabilidades e subtraindo dores, sempre que posso.
Somos singulares em nosso jeito de ser. Mas, plurais por essência, pois que somos seres sociais.
Aninha, você se supera, a cada poema.
Amei!
Muita paz! Beijosssssssssss
Ana!! Você contrapõe o singular( eu-egoísmo) com o plural ( nós...) que é a verdadeira vida! Sim! A vida é pluralidade quase incontável.
E para ser cada vez mais "pluralizada" a pessoa precisa entender que se completa no outro. Precisa enxergar o outro. Enfim, chegou onde você gosta: "amar" o outro! rs
E confiar!!!!
Beleza!
Beijos, beijos!
Dora
Aninha,
sutilmente, me senti, ao ler teu poema, dentro de uma Pluralidade Singular.
Assim, fiquei duplamente feliz, mesmo sendo uno.
Fiz-me entender?
às vezes meu besteirol aumenta e eu não consigo melhor me expressar.
Será a emoção singular da pluralidade?
Belíssimo, mesmo sendo plurais também somos unos, únicos...
beijos
Querida amiga, o seu excelente poema é uma lição de vida e para a vida.
Gosto do seu sentir, da sua pluralidade e da sua singularidade. Vc é uma sábia mulher e poetisa.
Um beijo.
Vc sabe, sou de plurais - embora haja o eu-singular regulando as pluralidades que procuro. Mas ler seu poema me faz pensar em tantos plurais que a gente ignora ou que são apenas discursos bonitos.
Viver deveria ser um verbo plural sempre, né?
Beijo, queridona!
A vida é muito melhor na pluralidade....mas poder ser incrivelmente agradável na sua singularidade também.Mas dessa vez, não no sentido egoísta da palavra e sim no sentido individual.
E digo, é lindo ter pessoas tão únicas como você que tornam a nossa vida um plural em perfeita concordância!
Beijos
Ninguém tem culpa
Daquilo que não fomos
Não ouve erros
Nem cálculos falhados
Sobre a estipe de papel;
Apenas não somos os calculistas
Porem os calculados
Não somos os desenhistas
Mas os desenhados
E muito menos escrevemos versos
E sim somos escritos
Ninguém é culpado de nada
Neste estranhar constante
Ao longe uma chuva fina
Molha aquilo que não fomos...
Autor: Desconhecido
Um lindo final de semana com todo carinho para você.
Abraços
Ana querida
Vc deu um nó na minha cabeça! Não sei se sou plural ou singular, se luz ou sombra, se sinto ou ouço!
Afe! rs
Mas que seu poema tá porreta de lindo, isso tenho certeza.
Beijo e qdo eu voltar dou notícias
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