domingo, 29 de junho de 2008

Nem longe. Nem perto.



Banhada por lágrimas.
Abraçada pela saudade.
Nem sei se sou eu.
Ou, se sou apenas um suspiro.
Sinto-me tão leve.
Nem longe. Nem perto.
Não estou lá nem cá.
Só estou longe.
Só.
Longe.

Mais longe...
Hoje assinei a ausência.
Consciente.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Diz...

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Amar. Amar. Amar.
Amor diz muito.
Amor diz nada.
Amor diz tudo.
Somos dois.
Depois apenas um.
Amor. Amar. Amo.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Amor condimentado ...


Amor...
vida,
confiança,
esplêndida verdade,
singular tremor,
disparado coração,
mãos que deslizam,
tocam,
misturam poesia com sentimento,
abraços amassados,
timidez reciclada,
adrenalina desenfreada,
dedicação inesperada,
abdicação continuada.
Amor...
determinação,
respeito,
consideração,
bilhete no guardanapo,
batom no espelho,
poesia sem hora pra acabar.
Amor...
sonho e insônia.
Duas taças, vinho,
luz de velas,
pétalas de rosas,
suspiro confuso,
aventura atrevida.
Amor...
tempo sem hora.
Inverno quente.
Estrela nobre.
Céu com neve.
Sol com nuvens.
Temperatura temperada.
Suspiro doce.
Beijo. Beijos. Abraços.
Gotas de Vinho.
Amor condimentado...
Muito Amor.
Mais Amor.
...
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Feliz dia dos namorados...

Sombra da saudade.

Ah... Saudade...
E as lágrimas rolam.
Voltam.
Tão atrevidas.
Nem permissões pedem.
Molham, alagam.
Afogam...
Que horas são?
Que dia é hoje?
Não vi o trânsito congestionado.
Não vivi o tráfego parado... Não senti o tempo.
Usei as ruas engarrafadas, pra chorar saudade.
Não ouvi o que o CD tocava.
Eu não estava lá.
Nem estou aqui.
Estou ai, ao seu lado, dia e noite, noite e dia, todo dia, toda noite.
Eu e você: amor.
Eu sem você: saudade, saudade, saudade.
Perdi-me.
Cadê o GPS ?
GUIA de PERDIDOS na SAUDADE.
Saudade, sombra de lágrimas.

domingo, 8 de junho de 2008

Palavras, sempre um lindo PRESENTE.


O tempo é muito mais do que um marco no calendário, o tempo é a transformação... da dúvida em certeza. Da escolha em razão. De simples palavras, em inenarrável emoção.
Palavras retratam tempo dividido. Tempo traduz palavras somadas. Tempo e palavras, eis a matemática especial: a maior LIÇÃO do Criador.
Palavras nascidas em 1986, protegidas pela gratidão, em 2008 calam a voz, estimulam um doce sorriso no coração, e, aos olhos, misturam passado e presente arrematados por uma lágrima que tem sabor de saudade... Duas décadas depois, as palavras sobrevivem. E, o bilhete sem desgaste, retrata o respeito pelo afeto escrito, presentemente a tradução de mais um capítulo: "POESIA".
Amor. Carinho. Gratidão. No nosso caminho, o tempo abraçou o verbo amar. O tempo passou, o amor se consagrou. O tempo registra o passado, e o amor é sempre um lindo presente. O tempo nos resgatou, e as palavras acariciaram a saudade, enaltecendo o valor do sentimento. O tempo marcou a escolha, o amor assinou a certeza. O tempo nos separou, o amor nos tornou fiéis. O passado é um marco, o presente dois corações ritmados por renovadas emoções. Emociono quando lembro que... orações antecederam o reencontro tão esperado... A Fé me ensinou: o que Deus uniu, o tempo respeita e o amor eterniza. Rezei. Chorei. Sofri a saudade. Guardei os bilhetes. As frases oxigenavam a esperança, capacitavam a confiança. Os sonhos sempre motivaram abraços. Acordada, o abraço era só um sonho. Afastei a fraqueza. Capacitei a convicção. Senti a validade da benção verdadeira, e ela foi o altar das orações. O laço que nasce na alma, e se entrelaça pelas Mãos de Deus, é sagrado, infringível. E quantas vezes meditei:

"Se... "Madrinha”, na qualidade de segunda mãe, é amor aperfeiçoado... purificado, só depois de escolhido, é, então, abençoado. Só adormece. Jamais perece... Se nos encontramos, é porque já tínhamos nos escolhido, qual o motivo?"

Poesia... E o tempo marcou passos, momentos, aprendizados. E depois de tanto tempo, nasce a vontade de dizer: "Madrinha, te adoro, como nos velhos tempos... agora, entretanto, com mais tempo para valorizar e amar esse olhar que derrotou a distância e vestindo um brilho especial, diz “em silêncio”: Que saudades! Que felicidade!".
Palavras, em 1986... em 2008... são sempre um lindo PRESENTE. As palavras traduzem o que significa ser Madrinha e Afilhada. O tempo manifesta que somos "poesia" eternizada.
E assim, "lembrar é viver plenamente".

(Dedicado a minha Madrinha... internacionalmente é: Adélia Theresa Campos. Pra mim, é: Estrela das Letras.)








quarta-feira, 4 de junho de 2008

Flores: poesia colorida.


Os caminhos por onde andei, foram sonhos que desvendei. Caminhando e seguindo, pelas ruas, estradas, pensamentos, poesias, fantasias, viagens que jamais esquecerei. A descoberta mais importante, foi aprender a aprender a aprender. Aprendi a sentir o silêncio. Aprendi a aplaudir o tempo, que é o eterno campeão, nada o supera. O tempo marca o começo, o fim, e o recomeço. O tempo é eterno. E infinita é a história que o tempo pode lembrar. Um momento, um tempo... Tempo pra pensar. Tempo pra refletir. Tempo pra agir. Tempo pra agradecer. Tempo pra discernir. Tempo pra convencer e ser convencido. Tempo pra perdoar. Tempo pra sorrir, mesmo sozinho. Tempo pra sofrer, junto. Tempo pra ir. Tempo pra lembrar e voltar. Tempo pra AMAR sempre...
Tempo pra descobrir que Anjo existe sim. E ele é quem protege a Vida com um olhar sempre curador, com um sorriso estimulante, uma voz confiante. Eu sou Anjo. E Você é o meu Anjo. Todos somos diferentes Anjos imprescindíveis. Sutil, o Anjo ensina a sentir que o coração tem destino: dar vida a vida. Por que o coração bate? Porque ele é o ritmo da vida, ele toca a música que embala as palavras, comove o olhar e ilumina a definição da eternidade. Felicidade?
É viver aprendendo, sentindo, transmitindo, criando, renovando... doando, amando.
Eis a vida. Tempo. Coração. Emoção. Sol. Lua. Luz. Infinito colorido, que seduz: como? Com tulipas naturais e virtuais. Elas têm os tons que motivam um novo sorriso, que nasce nos lábios e se eterniza com um olhar que brilha, refletindo Vida... Flores: poesia colorida que embala a emoção em qualquer tempo. Eternamente um lindo PRESENTE. Receba estas flores. Flores? Poesia? Flores: poesia colorida.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Vago vazio...


O vaso
vazio,
fica perdido.
O porta retrato
sem retrato
nada retrata.
Há espaço.
Vazio.
Sem retrato.
O olhar vago... vaga o vazio.

Infinita verdade.


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A fraqueza
...
com franqueza
não
me convence!
Perdoem-me os "perdidos",
mas...
a história requer coragem.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

"The End"...

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E no fim
sempre
pensamos no começo...
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E o projeto de sorriso
se mistura
agora
com a lágrima
que acaricia a alma,
num gesto
singelo
de despedida...