sábado, 24 de outubro de 2009

Bordando a paz em branco...


Ponto preto pronto perturbou por perto.
Passado pontuado.
Discurso deserto defende decurso diferente.
Presente plácido.
Liberdade libera linda luz.
Futuro filtrado.
Desponta desperta
vem vida viva vitoriosa voz veloz.
Bordando branco brando brincando brindo

BEM VINDA PAZ!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Braços na chuva.



Braços sem abraços
são berços vazios.
A lua é cheia
o sono em paz
a faz imcapaz
invisível.
Perdida
dá lugar ao sol
que dá lugar a chuva
que faz da primavera
inverno desajeitado.
rejeitado...
Entre pingos
e respingos
cantar na chuva
volta a moda.
Moda em estação viver!


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

GENTE.




Tem gente que fala
gente que sente
tem gente que no silêncio,
é mais transparente.

Tem tanta gente indiferente...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Espelho



A moldura branca
craquelada pelos anos
de beleza encantadora
sem pressa
sustentou o brilho do espelho principal.
A poucos instantes
incessantemente
a transparência cristal
buscou meu olhar
antes rápido, maduro, seguro
hoje lento, atento, distante.
E o verde antes gritante
atraente e forte
está especialmente silencioso
dois olhos e nada mais
superando seus pequenos espaços individuais
contornando um piscar triste
permitindo sem resistência
o rolar de um conjugado de lágrimas
rápidas
insistentes
aparentes
íntegras
frágeis
transparentes... Atormentadas.
Tão grandes
tão pequenas...
Intensa 
é a lembrança
de rumo incerto
do tempo tosco
em tormenta tonta
no desamparo calado.
Em sentimento
o tempo da lágrima
é sempre rápido
flácido
plácido
cálido.
Lágrima
pingo de esperança
que se perde no chão
escorrega
despenca
na folha do papel em branco
no envelope amarelado
no tempo terminado.
Lágrima
assinatura da saudade.
No espelho
estão lá convexos
muito mais do que dois olhos “verdes-mel”
insiste o reflexo do avesso
travesso de tantos tropeços
páginas sem medos.
Mundo mutante,
singular
hoje, vazio.
Lágrima
veloz
é a voz do coração lento
dormente
triste
ausente.

Lágrima:
início de um espetáculo
fim de uma história....

Lágrima, sinônimo de aplauso com som do silêncio...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Minhas Crianças... Minha VIDA.



Meus meninos
minhas meninas.
Vidas que me renovam
Vidas que salvam
a esperança escondida
quase perdida...
Vidas tagarelas,
sem “pause”, sem “stop”...
Sorrisos que emocionam
as lágrimas que fatiam o coração
dividido entre o dever da educação
e o desenfreado afeto sem medo...
Gargalhadas
TANTAS
TODAS
AS MAIS VARIADAS
GOSTOSAS
AVELUDADAS
que num passe de mágica
transformam o som do coração
em banda escandalosa
que canta em último volume
a tal FELICIDADE
e encanta o olhar da alma, a eternidade!
Minhas crianças,
literalmente
minha VIDA.
Longe ou perto
SEMPRE dentro do meu coração!

Com amor...