No tom da folia
vai e vem de pensamentos...Máscaras caem
longe do privilégio do carnaval
são faces frágeis
quebráveis
fiéis aos olhos da ilusão,
mera auto ficção.
Quem é você?
Um espelho desconhecido?
Uma imagem sem rumo?
Vida mascarada
é coração sem alma
espírito sem luz
corpo sem caminho
personalidade perdida
liberdade frustrada.
Fim sem meio.
Liberdade é ser cara limpa.
Meu rosto sou eu,
nada mais,
nada além,
sinceridade singular.
Eu sou EU.

6 comentários:
Ah menina !
ser o que se é, eis o desafio, aceitar-se com é...eis o desafio.
Beijos, menina
Prefiro ouvir do outro a verdade
Do que descobrí-la sozinha
Porque quando descubro sozinha
É o outro que não é mais verdade...
Máscaras para mim? Nem no carnaval!
Parabéns pelo texto lindo!
Abração da Luciana (Catadora de Palavras)
Sempre um poema lindo!
beijos
Ola´, Ana Lúcia, amada amiga!
Nem sempre nós somos nós...É que, as vezes, queremos ser mais que nós...
Outras tantas vezes, temos de ser mais....sem deixar de ser nós mesmos.
Mas, máscaras, só mesmo para o carnaval.
Lindo poema! Impecável, como sempre.
Linda semana, cheia de paz!
Beijossssssss
Belo Poema!!!
Um pouco de fantasia não faz mal a ninguém. Porém seu poema se aprofunda ao denunciar um certo estado de falsa alegria, alegria que para os que põe fé festança terminam por encontrar, na quarta- feira,apenas cinzas!!!
Abraços.
Ps. cheguei por meio da Soninha!!
gostei, voltarei!!
Aninha,
Belos versos,
....
“Liberdade é ser cara limpa.
Meu rosto sou eu,
nada mais,
nada além,
sinceridade singular.
Eu sou EU.”
dizem tudo.....
A sua sensibilidade ao escrever é singular que é expressa por versos, palavras e pequenos gestos inesperados...
Você é você e sempre será e nunca existirá outra igual quem hoje tem o privilégio de poder desfrutar da sua companhia deve sentir-se especial assim como eu me senti hoje ao ler o seu poema.
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