E disse-me
o sábio silêncio
que na noite escreve
suave e certo:
“Quem fui jamais serei”.
Tropecei.
Caí.
Levantei. Múltiplas vezes...
No último "tempo",
o sábio silêncio
que na noite escreve
suave e certo:
“Quem fui jamais serei”.
Tropecei.
Caí.
Levantei. Múltiplas vezes...
No último "tempo",
feriram-me a alma.
Na calma inconsciente, dormi.
Acordei.
Na calma inconsciente, dormi.
Acordei.
Eis que sem demora nem mais sinto saudade
.
.
de mim.
7 comentários:
Oi Menina,
A noite existe: isso é certo, e nela deitamos nosso cansaço, mas também, nossos sonhos.
Acordar e ver que tudo está diferente: que bom, poucos são os que veem.
E, depois da noite, vem o dia...
ah! esse sempre vem, clareando as idéias, aplacando as dores.
Beijo
Ana, aninha, ana!
As entrelinhas deste soneto me fazem sentir a tristeza que te envolve a alma.
Como diria um bagual blogueiro que eu muito admiro: Menina, pra frente com a viga!
Faça dsas tuas lágrimas o alimento das flores que prometem florescer nesta primavera.
Traga o sol para as tuas letras e o calor dos dias ensolarados te fará um bem tamanho.
Vamos menina, a vida continua e temos de vive-la, e bem.
Olá, Ana Lúcia, amada amiga!
Temos tanta saudade de você. Você está ausente de nossas vidas.
Sinto você muito triste e até sei porque.
Mas, a vida segue e temos que vivê-la. Alguns partem para outras dimensões porque foram libertos por Deus por já terem cumprido sua missão. Os que ficam, ainda tem de cumprir sua parte.
Sigamos em frente.
Assim com o sol surge, mesmo que entre nuvens, depois de qualquer noite, mesmo as mais escuras, também ressurge a oportunidade abençoada de acordarmos e viver mais uma experiência.
Apareça. amiga! Ressurja!
Deixe seu sol brilhar.
Muita paz! Beijossssssssss
Nunca voltamos para o dia de ontem, a vida se renova a cada dia, assim nada melhor que um dia após o outro...
beijos, lindo final de semana
Senão há saudades, é que não foi importante. Seguir em frente é a ordem do dia! rs...
Beijocas
Wellington Felix disse...
sera que a poesia se prende a sonetos, rimas , formas, cores, alta prosopopéia, não sei dizer das belas embalagens, mas adorei a definição que o Chico Buarque da em seu livro Budapeste onde o personagem diz: "a verdadeira poesia é como o amor, desaba por dentro", temos nestes seus versos um exemplo do que é desabar por dentro, sente, treme o chão e o coração, e fica um vazio onde talvez não caiba mais nada.
deixo um outro que adoro de uma amiga que tem a ver com o seu...
Partidas
Jeanine Will - http://caminhaodemudanca.blogspot.com
"eu deveria estar triste
carregando todo o vazio
que existe
mas a verdade é que
debruçada na tarde
com expectativas
desde a aurora
tua ausência
também foi embora"
Postar um comentário