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Com paixão
a última lágrima
a pétala amparou
sustentando o peso
quase transparente...
Salgada no sabor.
Doce no significado. Compaixão.
Escorregou aquela gota
porque não era apenas
só mais um rascunho
foi cena escancarada
de orgulho valente...
Soberba com vontade
é erro consciente.
Transbordou descaso...
Em mim,
sobreveio o amor verdadeiro
e a compaixão
seguindo o deslize fatal.
O livro, uma página
e a lição final:
um ser único!!
11 comentários:
Que beleza de poesia, linda!
beijos e ótima semana
Aninha, você continua sendo uma fonte inesgotável de rimas e sentimentos, mesmo transformando toda essa fonte numa pequena e simbolica lágrima.
Lindo este poema!
Ana! Ficou tudo tão harmonioso! Nana cantando a canção, o aconchego da página nova e cálida, a imagem da flor, com a lágrima vertida, na constatação de suas palavras contando de quem era "único"!
Um poema doce e forte ao mesmo tampo. Meio enigmático, como sempre. As entrelinhas eu leio prá mim!
Beijos e beijos para a muito querida amiga!
Dora
Não é tampo.....Que coisa! É tempo!!!
Bjs.
Aninha que bom ler tuas palavras mágicas, repletas de ternura e sentimento!
Te quero muito bem!
Beijos
A qualquer hora em que chegares,
sentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres a minha porta,
o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares,
eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres,
será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires,
estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber,
eu irei a fonte.
A qualquer hora em que te alegrares,
eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires,
será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir;
eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres,
eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares,
eu levarei a cruz.
A qualquer hora em que te sentires triste,
eu permanecerei contigo,
A qualquer hora em que te lembrares de mim,
eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires,
ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares,
renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa,
eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar
uma amizade que não seja toda,
de todos os instantes e para todo bem.
by: Cid Moreira
Desejo uma linda semana com muito amor e carinho.
Abraços
Eduardo
Aninha, amada amiga!
Ao longo dos anos esccorreram tantas gotas pelos caminhos da face, vindas do coração, pelas mais variadas razões.Algumas gotas irrigaram o terreno fértil da alegria e das boas realizações. Outras, inundaram jardins, matando-os.
Mas, a vida é repleta de alegrias e tristezas e de todas temos de retirar valorosas lições.
Para mim, a vida é um livro, realmente...Cada dia, uma página.
Agradeço pelo carinho expresso lá no Roda.
Excelente semana a você.
Muita paz! Beijosssssssssss
Menina, eu quase fiz um outro poema com as entrelinhas que li!!!
Pena eu estar em fase de desinspiração! rs...
Gostei especialmente de algumas imagens, como o peso quase transparente e a cena que não foi um rascunho! Belas imagens!!!
Beijo, viu? Com sabor de lágria de amor!
Querida amiga, este poema é soberbo.
Li-o várias vezes e, a cada leitura, ia penetrando nas imagens possíveis que as suas palavras sugerem. Uma delícia para os sentidos... gostei imenso.
Bom fim de semana.
Beijãozinho e abração apertadinho.
(já sei que tenho que pagar os direitos de autor... a menos que vc não tenha registado a patente... acho este cumprimento um dos melhores que vi até hoje na net, a sua "imagem de marca", afinal)
Ana, amiga conquistada,
Conheço o peso da orfandade
Não há verso
Não há lágrima
Não há página
Que ameniza esse sofrer
Comprrendo-te às entranhas, e não necessita desculpas... temos todo o tempo do mundo... nosso dia chegará.
Um grande beijo e conte comigo
Ola, Ana!
Lagrimas servem para isso, tambem...exergarmos o que de dentro falam as paginas
Um beijo
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